Pessoas Boas em Tudo

Você conhece aquelas pessoas que se sentem as melhores em tudo?

 

Que tem a melhor casa, o melhor carro, que são as mais inteligentes, que são as melhores no esporte, que são o melhor jogador, o mais hiper performático, que tem o melhor filho e as melhores coisas são com essas pessoas?


Dentro dos estudos
da Origem Emocional dos Sintomas, que tem por base os estudos do doutor Hamer, da Nova Medicina Germânica, ele identificou que quem têm essa hipervalorização de si são pessoas que estão dentro de um conflito. É isso mesmo, elas estão dentro de uma constelação esquizofrênica cerebral na região da substância branca, ou seja, na região responsável pelo controle das musculaturas, articulações e ligamentos entre outras regiões do corpo. Essa região é geralmente vinculada às situações de impotência ou desvalorização.

 

Quando uma pessoa vive alterações com relação às articulações, músculos e cartilagens, essa parte estrutural muitas vezes está influenciada por padrões emocionais onde há situações de impotência em confrontar, se opor ou evitar situações, também quando a pessoa é forçada a ceder, aceitar ou ir para um lugar em que ela não queria ou mesmo quando ela se sentiu desvalorizada por alguma pessoa ou por algumas pessoas, quando ela tem uma frustração relacionada a uma impotência ou desvalorização, muitas vezes ocorre uma dor articular e/ou muscular.

 

Por exemplo se uma criança vive uma situação de desvalorização intelectual pela sua mãe, quando ela chamou sua atenção e disse “tu é um burro mesmo” ou algo assim porque a criança não foi capaz de algo ou não deu conta de algumas coisas,  porque não é igual ao irmão e tal, aquela criança sentiu-se, de uma certa forma desvalorizada intelectualmente pela sua mãe e fica com a sensação de desvalorização ou incapacidade, o que desencadeia uma hiperestimulação cerebral na zona de referência ao conflito. Depois de um tempo ela começa a ir para a aula, e vive uma outra situação de desvalorização que gera um outro foco de alteração no cérebro que está em alteração simultaneamente.

Vocês já devem ter ouvido eu falar um pouco sobre isso, constelações esquizofrênicas, em vídeos ou outros artigos, então sempre para ter uma constelação tem que ter dois focos em alteração ao mesmo tempo, um em cada
hemisfério do cérebro. Nesse caso do mesoderma novo, o novo estresse deve estar em fase ativa, que é você estar no estresse, ou na fase PCL, quando você passou do estresse mas ainda o conflito está pendente dentro de você. Logo, nessa criança ela está com estresse pendente com relação à mãe dela pela desvalorização que sofreu e no colégio pelo bullying, porque tiraram um sarro dela ou a professora falou alguma coisa ou fez uma crítica ou mesmo quando chega nos 8, 9 e 10 anos de idade em que ela se sente com medo de não conseguir passar de ano. 


Nasce uma desvalorização intelectual e isso faz com que dois focos, no mínimo, estejam ativos ou em processo de resolução ao mesmo tempo no cérebro dessa criança, logo isso vai promover para essa pessoa essa sensação de que se ela foi desvalorizada, ela tem que entrar numa hiperprodução ou hipervalorização de si. Ela tem que trabalhar de tal maneira que ela seja capaz de provar para essas pessoas que a desvalorizaram, que ela é intelectualmente capaz. São aquelas pessoas que buscam se revalorizar ou hipervalorizar, então elas são as melhores, elas são as mais inteligentes, elas são as capazes, elas são as que dão conta de tudo e não aceitam perder, elas só aceitam aqui a hiperperformance.

 

Por isso muitos cientistas que ganham prêmio nobel, que são doutorandos ou pós doutorandos, foram desvalorizadas intelectualmente no passado e isso fez com que eles produzissem uma energia dentro deles que fez com eles chegassem aonde eles estão e essa energia é devido a essa dupla sensação de desvalorização.

 

Resumindo então, no mínimo há um plano de desvalorização, mas claro que nós vivemos várias desvalorizações na nossa vida que vão se sobrepondo uma em cima da outra e vão aumentando essa sensação em nós de termos que provar que somos intelectualmente capazes para nós mesmos, então na substância branca cerebral, quando nós vivemos um foco em alteração de um lado do cérebro e outro foco de alteração do outro lado do cérebro, vamos desencadear um programa biológico de sobrevivência, a megalomania.

 

Para este conflito não necessariamente precisa haver uma desvalorização intelectual, mas pode ter um foco em outras regiões articulares, um outro foco na coluna, um foco no pé, um outro foco no joelho e essas relações de vários focos ao mesmo tempo vão promovendo essa hipervalorização de si, com diferentes tonalidades.

 

Isso pode acontecer também com pessoas esportistas, por exemplo, que foram extremamente desvalorizados no começo de sua carreira pelo seu técnico, ou pelo seu pai e isso faz com que surja essa tentativa do cérebro de promover uma autovalorização desse indivíduo pra que ele possa chegar lá e conquistar os objetivos dele.

 

Fez sentido isso pra você? Conhece algumas pessoas que passaram por essas desvalorizações? Que superaram essas situações e acabaram provando que elas eram capazes profissionalmente, financeiramente, intelectualmente ou em outras situações das vidas delas?

 

Aproveite e compartilhe este artigo com pessoas que você acha que vão gostar de ler e se quer conhecer mais sobre a Origem Emocional dos Sintomas, confira os vídeos com outros conteúdos no YouTube.com/ivanbonaldo

 


Dr. Ivan Bonaldo (Crefito 8/99696-F)

Fisioterapeuta e idealizador do Curso Origens

 

Quinta-feira, 26 de Dezembro de 2019
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