O vírus e o ataque em grupo

Pensem comigo ... se em uma sala de aula 20 alunos tiveram gripe e outros 10 não tiveram, o que pode diferenciar estes que tiveram dos que não tiveram? Por que existe esses padrões de algumas pessoas “pegarem” e outras não “pegarem” uma certa doença viral?

 

Ainda nessa relação da gripe, se você lembrar da época do H1N1, quando convivíamos com muitas outras pessoas, mesmo aquelas que tiveram os sintomas, mas muitos não adquiriram a gripe. Por que você acha que isso é possível? 

 

Isto ocorre muitas vezes porque realmente aquele organismo estava propenso a uma disfunção, seja com um órgão mais fragilizado ou uma imunidade baixa. Você sabia que às vezes ele pode estar propenso por situações emocionais?

 

Um exemplo clássico, é de uma criança que vivencia uma situação de desarmonia na sua casa, ela vê os pais brigando, alterando a voz, discutindo e fica com medo do que possa vir a acontecer. Nessa situação ela ativa vários órgãos ao mesmo tempo, ex: nariz, garganta, faringe, laringe, brônquios, e todos eles podem vir a ficar alterados ao mesmo tempo, devido à percepção que aquela criança teve da situação e da intensidade que aquela situação possa ter influenciado ela. 

 

Se naquele momento da situação de estresse e de frustração que aquela criança estava vivendo, alguns dos órgãos afetados apresenta derivação do ectoderma, ela pode desenvolver sintomas, geralmente presentes após a saída do estresse e se for feito o exame poderão aparecer os vírus, que são os microrganismo que trabalham em conjunção com os tecidos derivados do cérebro novo, mais especificamente derivados do ectoderma, no trato respiratório são principalmente os órgãos como os brônquios, laringe ou mesmo em tecidos como a mucosa nasal.

 

Dependendo da forma com que aquela criança vivencia aquela situação, ela vai entrar num estado de estresse e quando o ambiente começar a aliviar, os pais ficarem bem e o clima voltar a uma normalidade, será quando aquela criança vai ter uma rinite, por exemplo, vai ter espirros, vai começar a ter tosse e então ela vai começar a entrar num quadro de gripe e seus sintomas.

 

E se todas aquelas pessoas daquele ambiente viveram a mesma situação de briga, de discussão e eles não estavam à vontade com aquela situação, o pai e a mãe também vão ter a gripe, porque eles não estavam gostando de estar brigando, aquilo não era algo tranquilo pra eles e estavam em estresse também e podem realmente apresentar tosse e alterações ao mesmo tempo.

 

Vamos a outro exemplo, uma criança no colégio pode viver uma situação onde a professora altera a voz, critica, e desvaloriza os 30 alunos ao mesmo tempo, onde tem aqueles que são muitos estudiosos e que se incomodam muito com a crítica, com a desvalorização ou com alteração de voz, estes em geral são os que vão se incomodar mais fortemente perante este momento. Entretanto, tem alguns que não vão dar importância, que nem querem saber o que a professora disse, e assim eles não terão propensão de aqueles tecidos serem influenciados.

 

Por isso algumas crianças ficam mais suscetíveis e outras não, isso pode explicar uma epidemia em alguns momentos. Quando muitas pessoas vivem a situação ao mesmo tempo, com um padrão parecido, ou mesmo com situações diferentes, mas com percepção de alteração ao mesmo órgão, elas podem sim, apresentar os sintomas parecidos e daí quando fazem exame, vão aparecer os vírus, perante a estes sintomas vinculados a órgãos ectodérmicos. E o culpado vai ser o vírus, mas esquecem de ver o que é que aquelas pessoas estavam vivendo naquele momento e da mesma forma.

 

Um exemplo que ocorreu com minha filha mais nova, quando ela apresentava dois anos de idade, em um certo dia na escolinha dela, a professora auxiliar chegou com um corte e cor de cabelo diferente ao habitual, todas as crianças estranharam e ficaram resistentes a ficar com aquela professora, minha filha era muito pequena para entender e quando cheguei percebi que ela estava incomodada com aquela professora, que até então era a professora que ela mais gostava, e neste mesmo dia conversei bastante com minha filha sobre o assunto, dizendo que tudo bem a professora querer mudar de cabelo, que ela era a mesma pessoa e nada iria mudar, e no outro dia, pedi a professora principal, que ficasse mais com ela, ao invés da professora assistente, até que ela se acostuma-se. Somente por isto, minha filha passou rapidamente pela insegurança. Na outra semana de aula, todas as outras crianças faltaram a aula, pois estavam gripadas, menos a minha filha, pois pude compreender logo a insegurança dela e modificar a percepção antes que o sintoma tornasse mais intenso nela, tal qual nas outras crianças. 

 

Talvez se todos tivessem o mesmo pensamento, reconhecessem a origem emocional das crianças, nenhuma precisasse faltar a aula ou apresentar estes sintomas. Minha filha estava em contato com todas as outras crianças, mas mesmo assim não “pegou” a gripe, talvez seja a hora de pensarmos diferentes assim, da origem destes sintomas. 

 

Gostou? Aproveite compartilhe com seus colegas de trabalho ou com seus pacientes e amigos, com seus familiares que têm muito interesse em saber essas relações do porque os vírus nos influenciam tanto em alguns momentos.

 

Se você quer aprender mais, quer ir mais a fundo então você não pode perder esse ano a Leis Biológicas Experiência que acontecerá em novembro! Fique ligado que logo trago mais informações.

 

Quer saber mais sobre a Origem Emocional dos Sintomas? Confira os vídeos com outros conteúdos no YouTube.com/ivanbonaldo

 

Dr. Ivan Bonaldo (Crefito 8/99696-F)

Fisioterapeuta e idealizador do Curso Origens

Quinta-feira, 26 de Março de 2020
Voltar
Rua Silvio Vidal - 175, Sala 601 | Centro Médico Dr. Silvio Vidal - Pato Branco - PR
ivanbonaldo@yahoo.com.br | ativaterapias@gmail.com
(46) 3025-5399 | (46) 9981-2112
Site Desenvolvido por Agencia PQPK