Como seu paciente percebeu o trauma

Por que, mesmo vivendo as mesmas coisas, cada um dos seus pacientes têm um sintoma diferente? Dor, raiva, saudade.

 

Quando eu era criança, brincando com os amigos, nós passamos para algumas situações que eram inevitáveis, seja um temporal que nos pegava de surpresa em algum lugar e que a gente tem que sair correndo para nossas casas, por exemplo. Mas o que me intrigava é que uns dias depois alguns tinham gripe outros não, alguns apresentavam dor de garganta, dor no ouvido... Cada um de uma forma diferente.

 

E porque, se nós vivemos a mesma situação? Todos nós tomando banho de chuva porque cada apresentava um sintoma diferente?

 

A percepção do evento estressante está diretamente vinculada ao tipo de sintoma apresentado. Cada pessoa tem sua herança familiar e suas crenças que são carregadas, desde crenças familiares, religiosas ou culturais, onde nós vivemos. Essas crenças ou os traumas armazenados dentro de nós, fazem com que a percebamos as situações de forma diferente.

 

Por exemplo, quando nós vivemos uma situação de morte, alguns podem vivenciar essa situação de forma a ter tristeza ou com pesar pela perda daquele ente querido. Aquela perda é um luto muito doloroso e isso pode desencadear naquela pessoa uma alteração com relação ao testículo para homem ou ovário para mulheres. Outras pessoas podem vivenciar aquela sensação num contexto de impotência, porque ela se sentiu incapaz de proteger aquele ente querido, por exemplo, nos momentos hospitalares ou em um acidente, de podido fazer algo mais.

Essas situações de impotência afetam outros órgãos e tecidos: como músculos, articulações, ligamentos... que estão relacionadas diretamente à sensação de incapacidade ou impotência.

 

Outras pessoas podem ver a situação num contexto de raiva, "porque aquele meu irmão tão pequeno sofreu essa morte trágica" ou porque uma pessoa foi assassinada daquela forma? Então surge uma raiva diante a situação da morte. Quando você vivencia aquela situação com raiva e com rancor, isso pode influenciar nossa vesícula e desencadear algumas alterações digestivas.

 

Outras pessoas ainda podem viver aquela sensação com saudade, de sempre sentir falta daquela pessoa, porque ela era muito importante para mim e não ter ela todos os dias, próximo a mim me faz muita falta, me dá muita saudade e isso pode desencadear alterações no fígado, em sua região endodérmica.

 

E tem também aquelas pessoas que podem viver com alívio a morte. Ok... parece meio estranho, mas se você tem um ente querido que sofre há muito tempo e que passou por muitas frustrações ou ficou acamada ou sofreu dores que fez com que ela não pudesse viver a vida e não ter plenitude na sua velhice, às vezes a gente pode entender que a morte naquele momento é uma salvação ou que aquela pessoa pode sair daquela frustração, daquela situação triste e ruim. E quando a gente vivencia uma situação que para nós é um alívio, perante aquela perda e que aquela pessoa deixou de sofrer, podemos acabar não tendo sintomas. Porque para nós foi boa aquela situação, por mais que a gente sofra um pouco pela perda, porque aquela pessoa de uma certa forma vai fazer falta, mas naquele momento talvez, a melhor situação a ocorrer era o descanso dela.

 

E é por isso que dependendo da forma com que a gente vive a situação de estresse, a gente pode ter sintomas diferentes.

 

Como teus pacientes vivenciam situações na vida deles quando chegam ao seu consultório?

Será que vivenciaram as situações com raiva, com tristeza, com ódio ou se sentindo desvalorizados? Dependendo da forma como eles veem, isso vai ter seus sintomas específicos e diferentes uns dos outras.

 

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Dr. Ivan Bonaldo (Crefito 8/99696-F)

Fisioterapeuta e idealizador do Curso Origens

Quinta-feira, 23 de Abril de 2020
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