Será que existe uma origem para os nódulos dos pacientes?

Você sabe por que alguns tecidos do nosso corpo apresentam tumores e outros apresentam diminuição no tecido daquela região? Por exemplo, os ossos. E porque surge a osteoporose no seu paciente?

 

A terceira lei biológica diz que quando um tecido ou órgão entra em disfunção, ocorrem alterações simultâneas no órgão, no cérebro e no psiquê. No cérebro, existem regiões específicas, relacionadas ao controle do funcionamento de  cada órgão e cada tecido específico, e quando nós vivemos uma situação de estresse, essa região do cérebro e essa região do órgão entram em disfunção ao mesmo tempo, ou seja, quando seu paciente passa por uma fase de estresse vinculado a padrões ditos vitais e de proteção, os centros de controle do cérebro relacionado ao cérebro antigo ou seja centros de controles dos tecidos derivados das camadas embriológicas do endoderma e mesoderme antigo, entra em proliferação celular.

Neste caso acontece um aumento do tecido, um aumento da produção de células naquela região para aumentar a função daquele órgão e tecido durante a fase de estresse. O corpo precisa estar de prontidão e quanto maior a função daquele órgão, maior a capacidade do corpo do teu paciente sair daquela fase de estresse. Quando o corpo entra numa fase pós estresse, nesses tecidos de endoderma e mesoderma antigo, aquelas células que foram produzidas em excesso, começam a ser necrosadas para que sejam eliminadas pelo corpo e aquele tecido possa voltar ao normal.

 

Já os tecidos que tem os centros de controle cerebral no cérebro novo, que estão relacionados ao neocortex e substância branca (centros de controle que regulam o funcionamento de tecidos derivados do mesoderma novo e o ectoderma), em geral funcionam de uma outra maneira. Na fase de estresse eles produzem uma necrose celular naquele tecido e na fase pós estresse do conflito é que acontece então uma proliferação celular para substituir o tecido necrosado anteriormente. Isso acontece frequentemente, e porque não dizer diariamente, já que nosso paciente vive estresse contínuos.

 

Nossas células sempre estão necrosando e proliferando automaticamente, devido as situações vividas, mas o local da alteração irá depender da forma com que o paciente vivenciou os conflitos. Por exemplo, quando falamos da região do estômago, nós temos dois tecidos, que estão relacionados ao endoderma e ao ectoderma.

 

Por exemplo, a região endodérmica do estômago é toda a curvatura maior do estômago, ele irá apresentar uma situação de proliferação celular na fase ativa de estresse. Já na fase pós estresse do conflito, há uma necrose do tecido nessa região.

Então se o paciente apresenta uma necrose, uma disfunção nas células, vai ser uma situação com relação a uma fase após ter saído do pico do conflito, então ele já saiu da fase de estresse maior.

Mas se é encontrado uma proliferação celular é porque ele está na fase ativa do estresse.


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Já a região da curvatura menor do estômago, a parte inferior interna, é uma região ectodérmica e por isso ela vai funcionar de uma forma diferente. Se o paciente está na fase de estresse do conflito, vai acontecer uma necrose celular, com formação de cavernas ou úlceras nessa região. Quando o paciente sai do conflito, o corpo vê a necessidade de produzir tecido nessa região para cobrir aquele “buraco” que foi feito na fase de estresse, portanto o tecido em excesso nessa região representa uma fase após o estresse.


FOTO 2


 

Como o estômago, existem vários outros órgãos que apresentam mais de um tecido. Por isso temos que ter consciência de qual região está relacionado aquele conflito e aí podemos entender se o paciente está na fase do estresse ou está na fase de resolução do conflito. Porque dependendo do tecido, a fase de estresse vai ter proliferação celular ou terá uma necrose celular, e outros tecidos da região do cérebro novo, que apresenta relação com ectoderma, por exemplo, elas podem apresentar também a paralisia ou diminuição da funcionalidade daquele tecido.

 

Então, se um paciente apresenta uma disfunção relacionada como um conflito motor (de se sentir preso ou forçado a fazer algo que não quer) na fase de estresse vai ter uma paralisia do movimento daquela musculatura, ele não vai conseguir movimentar-se, não vai ter uma funcionalidade naquela musculatura, e quando um paciente entrar na fase pós estresse aquela musculatura irá voltar a funcionar.

Isso acontece também com o paladar. Se o paciente estiver numa fase de estresse de um conflito, aquela região vai perder a funcionalidade, mas quando ele resolve aquele conflito, a região vai voltar a funcionalidade normal daquele tecido.

 

Fez sentido para você? Já teve paciente que apresentou algum nódulo, algum tecido em excesso que começou a ser produzido em uma região do seu corpo e depois foi fazer um exame novamente e aquele tecido não apareceu mais?

Isso quer dizer que quando você está na fase de estresse, alguns tecidos podem proliferar e se você fez um exame exatamente na fase de estresse, vai encontrar aquele tecido em excesso. Mas se teu paciente entra na fase pós estresse, vai haver um relaxamento e o corpo dele vai dar um jeito de eliminar aquele tecido em excesso e tender a voltar para a normalidade.

 

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Dr. Ivan Bonaldo (Crefito 8/99696-F)

Fisioterapeuta e idealizador do Curso Origens

Quinta-feira, 21 de Maio de 2020
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